Quarta, 4 de Julho de 2007

Os tipos de Amor

Nesse texto (clique aqui) o Buda, no romance do Thay, nos fala sobre os diversos tipos de amor. Há o amor que permanece misturado com apego e discriminação. As pessoas querem apenas amar seus pais, esposos, filhos, netos, seus parentes etc. Apego e discriminação são fontes de sofrimento para nós mesmos e para os outros.

Mas o Buda nos fala que o amor pelo qual todos os seres estão verdadeiramente famintos é a bondade amorosa e a compaixão. Bondade amorosa é o amor que tem a capacidade de levar felicidade para outro. Compaixão é o amor que tem a capacidade de remover o sofrimento do outro. Eles não causam sofrimento ou desespero.

Nesse texto esses diferentes tipos de amor são explicados através de um diálogo esclarecedor entre o rei Pasenadi e o Buda.

Depois de ler divida seu insight e suas dúvidas sobre o texto em nosso blog. Basta clicar aqui.

Somos Todos Um

Recomendo que você assista ao filme "Somos Todos Um" (One) de Ward Powers. É um documentário que pessoas comuns da classe média americana fizeram entrevistando líderes espirituais de diversas religiões fazendo perguntas como: O que é Deus? Qual o sentido da vida? Do que temos medo? etc. Entre os líderes entrevistados está Thich Nhat Hanh e a monja Chan Khong. Está em cartaz no Rio mas não sei se está em outras cidades.

O site (em inglês) do filme é http://www.onetheproject.com/

Um dos depoimentos do Thay no filme pode ser ouvido (em inglês) clicando aqui.

Treinamento

Do mesmo modo que os músicos treinam suas mãos; os atletas seus reflexos e técnicas; os linguistas seus ouvidos; os eruditos suas percepções; nós também devemos treinar nossas mentes e corações para o bem.

- Dalai Lama -

Perguntas Freqüentes

Qual o caminho para a iluminação?

YONGEY MINGYUR RINPOCHE: A meditação é o caminho básico. Nossa mente, em seu estado habitual, é como um macaquinho louco que não para de pular. Pulamos de um pensamento para outro, de uma emoção para outra. Essa é uma das atividades naturais da mente: os pensamentos fazem parte dela como os raios de sol fazem parte do sol. Mas a mente não é só isso, como o sol não é apenas seus raios. Podemos nos separar dos pensamentos, das emoções, ver como eles surgem, observar que há um espaço entre eles, testemunhar que eles não são nossa verdadeira essência. Podemos também nos separar das emoções negativas, raiva, medo, inveja e outras, e olhar para elas, ver como elas nascem e nos dominam, e igualmente constatar que elas não são nossa natureza mais essencial. Tudo isso acontece quando meditamos. Podemos usar qualquer um desses objetos para meditar: pensamentos, emoções, sensações e até a própria dor.Mas pode-se começar com os pensamentos.

Yongey Mingyur Rinpoche é monge tibetano e a área relacionada à felicidade no seu cérebro, tem uma atividade de 700% a 1 000% maior do que uma pessoa normal, sendo por isso considerado a pessoa mais feliz do mundo.