Segunda, 20 de junho de 2016

A cura da criança interior



A palestra de Dharma (clique aqui) que sugerimos essa semana, ensina como podemos nos reconciliar conosco mesmos e com as lembranças dolorosas que podemos carregar.

Thay ensina que quando éramos crianças, éramos muito vulneráveis. Um olhar severo de nosso pai poderia tornar-nos infelizes. Uma palavra forte de nossa mãe pode causar uma ferida no nosso coração. Quando criança, temos um monte de sentimentos, mas é difícil nos expressarmos. Às vezes, mesmo se podemos encontrar as palavras, os adultos em torno de nós não podem nos ouvir, não escutam, ou não nos permitem falar.

Nós podemos ir para nossa casa interior e falar com a nossa criança, ouvir a nossa criança, e responder diretamente a ele. A criança ainda está lá e pode estar profundamente ferida. Nós negligenciamos a criança em nós por um longo tempo. Temos que voltar e confortar, amar e cuidar da criança dentro de nós.

Leia e pratique. Se quiser depois compartilhe em nosso blog. Basta clicar aqui.

Verdades Radicais



Tempos difíceis são inevitáveis, mas se sofremos ou não depende de como reagimos às dificuldades. Ao encarar as dificuldades com um coração aberto, descobrimos insight, amor e coragem. A prática básica é parar tudo que estivermos fazendo e apenas olharmos para o que está acontecendo. A melhor maneira de nos tornarmos felizes é colocar a felicidade dos outros em primeiro lugar. O único terreno sólido real é um terreno aberto.

Melvin McLeod

Perdoe-me e me ensine



Às vezes, se não somos suficientemente habilidosos, apesar de nossa boa vontade, criamos sofrimento. Deveríamos aprender a ver as coisas não como boas ou más, certas ou erradas, mas como mais ou menos hábeis, mais ou menos cheias de arte. Em Plum Village, chamamos a raiva e o desejo de estados da mente não hábeis. Se eu te fizer sofrer, não é porque sou mau ou errado, mas porque sou inábil. Perdoe-me e me ensine de forma que eu seja mais hábil na próxima vez.

Thich Nhat Hanh (do livro "The Path from emancipation")

Fixações



Olhamos os seres ao nosso redor e as circunstâncias concretas em que estamos imersos a partir de nossas fixações. Quando surgem as dores, sentimos como se viessem de fora. Se estamos num jogo de futebol, não pensamos que a dor vem de estarmos fixados no campeonato. Pensamos que a dor vem porque o adversário fez um gol. Então temos alguém para culpar - um adversário. O fato de estarmos no campeonato perssupõe vitória e derrota. E é assim com tudo.

- Lama Padma Samten